
Pois é caros amigos e leitores do História sem Fronteiras, estamos a menos de um mês para a abertura da Campus Party Brasil, e este blog, fruto das desventuras de seu dono na edição do ano passado, não poderia de deixar de fazer um post sobre a Campus Party.
Vocês que me conhecem sabem que eu sou um estudante de História e que por isso eu poderia ser considerado um peixe fora d’agua no meio de um evento cujo público alvo é pessoas ligadas as ciências exatas ou tecnológicas, meu interesse esse ano na Campus Party é em relação à relação Ensino/Tecnologia, que num futuro próximo será tema de uma dissertação de mestrado ou uma tese de doutorado, enfim como diria o finado Presidente Juscelino Kubitscheck, isso é perfumaria...
Ao sair de São Paulo no domingo a tarde daquele fim de janeiro, eu tinha a certeza que voltaria no ano seguinte, principalmente pelos amigos que fiz, apesar dos perrengues que ocorreram no Centro Imigrantes, e aqui estou eu com as passagens compradas e a credencial aqui ao meu lado...
Mas eu preciso fazer algumas ponderações sobre algumas coisas que acho relevante serem faladas.
A primeira é: Será um Campus Party totalmente nova, como é de conhecimento geral, estamos de casa nova, a Campus saiu do Centro Imigrantes e foi para o Anhembi, então eu penso que quaisquer parâmetros de comparação desta Campus Party para as outras será invalido, sendo mais claro, teremos muitas surpresas, seja para o Bem ou para o Mal...

Anhembi, a nova casa da Campus Party
Eu faço uma prece para todos os deus existentes na cosmogonia deste planeta chamado Terra para que não ocorram os problemas que aconteceram o ano passado, uma coisa que eu quero e eu acho que 99,9% daqueles que foram o ano passado querem esse ano é apenas se divertir ou assistir os painéis e não protestar pela falta de energia.
Outro ponto relevante é, no nível de nomes, eu acho que teremos uma Campus Party inferior, não querendo desmerecer os nomes escolhidos pela organização, ao ano passado, talvez seja uma estratégia da organização em optar por nomes mais nacionais, mas sei lá, eu gostaria que a Campus tivesse mais convidados de renome para a edição deste ano.
Se existe uma Youpixzação da Campus Party, eu penso que ela sofrerá uma rejeição dos Campuseiros, porque pelos dados mostrados pela própria organização, a área das mídias sociais, menos de 17% daqueles que se inscreveram para a Campus optaram pela área da Social Media, eu penso que a Youpixzação da Campus seria uma forma de atrair mais atenção, chamar mais mídia, para a Campus Party.

Portanto, qualquer tentativa de se mudar a essência daquilo que é a Campus Party, será repudiada por aqueles que realmente fazem a Campus Party, que somos nós, os campuseiros.
Um problema crônico existente é a relação Campuseiro-Organização, coisas como membros da organização com respostas grosseiras a campuseiros pelo Twitter, problemas sérios relativos a prazos e alguns pontos obscuros do regulamento foram alguns conflitos que Organização e Campuseiros enfrentaram durante esse ano, e eu espero que a organização esteja mais bem preparada e informada quando começar a Campus, se não possivelmente teremos alguns problemas sérios, principalmente devido ao aumento substancial de número de participantes...
No mais, eu espero reencontrar meus amigos que fiz ano passado e que falei durante o ano passado inteiro virtualmente, fazer novos amigos, assistir alguns painéis e sair com novas perspectivas.
Enfim, tomara que a Campus Party que começa em Breve seja bem melhor que a Campus que eu fui ano passado.